Este texto foi escrito, sem nenhum motivo formal, em 13 de dezembro de 2006. Deixei-o guardado desde então. Publico-o, agora, especialmente para mostrar o tipo de assunto que me afligia já naquela época. Não realizei alteração alguma no conteúdo, exceto o acréscimo de “imagem do topo”, entre parênteses, atinente ao poema “Viva/Vaia”, do Augusto de […]
Por predileção, não sou entusiasta de prefácios. Pode ser idealismo meu, porém acredito que o conteúdo deve bastar, sobretudo em literatura ficcional. [...]